Somos um movimento de cidadania em defesa do Tejo denominado "Movimento Pelo Tejo" (abreviadamente proTEJO) que congrega todos os cidadãos e organizações da bacia do TEJO em Portugal, trocando experiências e informação, para que se consolidem e amplifiquem as distintas actuações de organização e mobilização social.
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quinta-feira, 16 de julho de 2009

ProTEJO - Reunião de 18 de Julho

Lista de inscrição de participantes

ProTEJO – Movimento Pelo Tejo

Associações ecologistas e naturalistas

Fundação para a Nova Cultura da Água

Rede de Cidadania por uma Nova Cultura da Água do Tejo e seus rios

Quercus – Associação Nacional de Conservação da Natureza

LPN - Liga para a Protecção da Natureza

COAGRET – PORTUGAL – Coordenadora dos Afectados pelas Grandes Barragens e Transvases

Plataforma em Defesa dos Rios Tejo e Alberche de Talavera de la Reina

ADENEX – Associação para a Defesa da Natureza e dos Recursos da Extremadura

Eco Cartaxo

Associações desportivas, sociais e culturais

AVASOCIAL - Associação Voluntariado e Acção Social do Entroncamento

Associação Amigos das Caneiras

Clube Náutico Barquinhense

Pára Clube Nacional "Os Boinas Verdes"

Associações para o Desenvolvimento

Candidatura Tagus Universalis - Associação dos Amigos do Tejo

TAGUS - Associação para o Desenvolvimento Integrado do Ribatejo

AIDIA – Associação Independente para o Desenvolvimento Integrado de Alpiarça

Instituições

Município de Vila Nova da Barquinha

Município de Santarém

Instituto da Democracia Portuguesa

Organizadores
Paulo Constantino
pauloconstantino@gmail.com - tlm: +351919061330 - blogue "Cá Por Causas": http://caporcausas.blogspot.com
Pedro Couteiro
coagret.pt@gmail.com - tlm:+351969761301 - http://coagret.wordpress.com
Mendo Henriques
idportugal@gmail.com - tlm: +351 92 6720181 – www.democraciaportuguesa.org

quarta-feira, 8 de julho de 2009

Assoreamento..Erosão..Fogo..Eucalipto

Depois de anos a discutirem-se os efeitos nefastos do eucalipto sobre a escassez de água talvez agora possamos colocar, de uma vez por todas, o dedo na ferida.
É preciso deslocar a pergunta para outros "Campos" e perguntar: Qual o impacto das plantações do eucalipto no assoreamento do Tejo, face à facilidade com que permitem a desertificação e a erosão do solo, a par da sua reduzida resistência aos fogos?
Os caudais sólidos que estas plantações geram não vão sair pela barra do Tejo, muito menos com a escassez de água que temos hoje em dia.
António Campos(1), em "Eucalipto? Não, obrigado!", quando questionado sobre o que é preciso mudar, respondeu «Era fundamental voltar à floresta tradicional no País, baseada no sobreiro, azinheira, carvalho, castanheiro e salgueiro, e que é muito resistente ao fogo. É preciso uma estratégia de reconversão das áreas ardidas. No último quadro comunitário recebemos 160 milhões de contos para reflorestação e, se se fizerem as contas, mais de 100 milhões são para arder. É preciso deixar de financiar o pinheiro e o eucalipto. E é fundamental que haja associações de produtores que cuidem da floresta, e que se penalizem os que não o fazem.»" in «Diário de Notícias», 11 de Setembro de 2005, em entrevista com a jornalista Filomena Naves.
"(1) Engenheiro-agrónomo, cedo se dedicou à política, pagando a ousadia com a prisão, no tempo da ditadura. Fundador do PS, membro de governos socialistas, deputado e eurodeputado, António Campos foi o rosto da denúncia da BSE (doença das "vacas loucas") quando todos calavam o perigo. "Fui ameaçado por criadores e talhantes", lembra. "Os interesses eram tais que só em 1998 se aprovou legislação europeia para resolver o problema". No seu recente livro Agricultura, Alimentação e Saúde, uma conversa com R. Cavaleiro Azevedo, não poupa palavras sobre as "perversões da PAC" ou os erros da política agrícola, por cá. "É um livro contra o silêncio", diz. »»