sexta-feira, 20 de março de 2026
Participe nas Questões Significativas da Gestão da Água da Região Hidrográfica do Tejo e Ribeiras do Oeste
Assista ao WEBINAR "Cheias: serão as barragens solução?" | 18 de março 2026
"Cheias: serão as barragens solução?"
WEBINAR | 18 março 2026
Foram muitos os participantes que se juntaram, ontem à noite, a mais um webinar do #MovRioDouro, desta vez dedicado ao tema “Cheias: Serão as barragens solução?”.
Se não teve oportunidade de assistir, veja aqui a sessão completa.
Num momento em que as cheias voltam a marcar o debate público, este webinar trouxe uma análise técnica e crítica sobre o papel das barragens na prevenção e gestão do risco, com a participação de Jorge Froes, da Associação +Tejo, e João Joanaz de Melo, professor da Universidade Nova de Lisboa.
A discussão destacou diferentes perspetivas sobre a eficácia destas infraestruturas, os seus impactos ambientais e o enquadramento das políticas de gestão da água em Portugal, sublinhando a necessidade de abordagens mais integradas e sustentáveis.
Conheça os oradores:
quarta-feira, 18 de março de 2026
O proTEJO recorreu para a Provedora de Justiça da União Europeia, Teresa Anjinho, para obter uma resposta adequada da Direção-Geral do Ambiente da Comissão Europeia à queixa sobre o “Incumprimento da Diretiva-Quadro da Água pela não implementação de caudais ecológicos no rio Tejo por Espanha e Portugal”, cuja ausência considera uma inobservância do princípio da boa administração
“O proTEJO recorreu para a Provedora de Justiça da União Europeia, Teresa Anjinho, para obter uma resposta adequada da Direção-Geral do Ambiente da Comissão Europeia à queixa sobre o “Incumprimento da Diretiva-Quadro da Água pela não implementação de caudais ecológicos no rio Tejo por Espanha e Portugal”, cuja ausência considera uma inobservância do princípio da boa administração”
O proTEJO – Movimento pelo Tejo recorreu hoje para a Provedora de Justiça Europeia, Teresa Anjinho, nos termos do artigo 228.º do Tratado sobre o Funcionamento da União Europeia, relativamente ao tratamento dado pela Comissão Europeia - Direção-Geral do Ambiente (DG ENV) à sua queixa - CPLT(2024)00534 por “Incumprimento da Diretiva-Quadro da Água pela não implementação de caudais ecológicos no rio Tejo por Espanha e Portugal”, apresentada em 18 de março de 2024, e à sua pronúncia sobre a resposta sumária da Comissão Europeia à queixa (Referência Ares (2024)8062636), emitida em 6 de dezembro de 2024.
Até à presente data, a Comissão Europeia, através da sua Direção-Geral do Ambiente (DG ENV), não apresentou uma resposta substantiva, completa, devidamente fundamentada e definitiva.
Consideramos que esta ausência de resposta adequada configura um atraso excessivo e injustificado, o incumprimento do dever de diligência, a falta de fundamentação adequada e a inobservância do princípio da boa administração, consagrado no artigo 41.º da Carta dos Direitos Fundamentais da União Europeia.
A queixa foi apresentada em 18 de março de 2024 (Anexo 1).Em 13 de novembro de 2025, a DG ENV emitiu uma resposta sumária (Anexo 2), que não apreciou adequadamente os fundamentos de facto e de direito invocados.
Em 6 de dezembro de 2024, os reclamantes apresentaram uma pronúncia detalhada, solicitando esclarecimentos concretos (Anexo 3).
Posteriormente, foram apresentados pedidos formais de informação sobre o ponto de situação, em 18 de março de 2025 (Anexo 4) e em 27 de setembro de 2025 (Anexo 5).
As respostas recebidas limitaram-se a simples acusações de receção e a reencaminhamentos internos, sem qualquer apreciação substantiva ou resposta às questões colocadas.
Decorridos mais de dois anos sobre a apresentação da queixa, continua a não existir uma resposta substantiva, completa, devidamente fundamentada e definitiva por parte da DG ENV (Anexo 6).
Face ao exposto, o proTEJO considera que a atuação da Comissão Europeia neste caso configura a inobservância do princípio da boa administração, nos termos do artigo 228.º do TFUE.
Assim, o proTEJO solicitou respeitosamente que a Provedora de Justiça da União Europeia:
- examine a atuação da Comissão Europeia no tratamento da queixa CPLT(2024)00534;
- avalie se o atraso e a ausência de uma resposta substantiva constituem má administração;
- recomende à Comissão Europeia a emissão de uma resposta substantiva, completa, devidamente fundamentada e definitiva à queixa e à pronúncia sobre a resposta sumária (referência Ares (2024)8062636).
Bacia do Tejo, 18 de março de 2026,
Ana Silva e Paulo Constantino
Os porta vozes do proTEJO
+ informações: Paulo Constantino – 919 061 330
Anexos
Anexo 1 | |
Anexo 2 | Resposta à Queixa CPLT (2024)00534 pela Unidade de Implementação ambiental da Direção Geral do Ambiente da Comissão Europeia - Referência Ares (2024)8062636 |
Anexo 3 | |
Anexo 4 | |
Anexo 5 | |
Anexo 6 | |
Anexo 7 | |
Anexo 8 |
terça-feira, 24 de fevereiro de 2026
Cheias: serão as barragens solução?| WEBINAR | 18 MARÇO | 21:15
CONVITE
Cheias: serão as barragens solução?|
WEBINAR | 18 MARÇO | 21:15
As cheias entraram novamente no centro do debate público, pretendendo este primeiro webinar de 2026 lançar a questão: “Serão as barragens solução?”
A conversa contará com a participação de Jorge Froes,
engenheiro agrónomo da Associação +Tejo, e João Joanaz de Melo, professor da
Universidade Nova de Lisboa, para uma análise técnica e crítica sobre o papel
das barragens na gestão do risco de cheias.
O webinar realiza-se no dia 18 de março (quarta-feira), às
21h15, em formato online e é de livre acesso, mas de inscrição obrigatória.
quinta-feira, 22 de janeiro de 2026
proTEJO denuncia ocorrência de poluição no rio Tejo por espuma abundante entre a barragem do Fratel e a Barca da Amieira do Tejo
“proTEJO denuncia ocorrência de poluição no rio Tejo
entre a barragem do Fratel e a Barca da Amieira do Tejo”
O proTEJO - Movimento pelo Tejo denunciou
à IGAMAOT, na segunda feira, 19 de janeiro, a ocorrência de poluição no rio
Tejo por espuma abundante entre a barragem do Fratel e a
Barca da Amieira do Tejo, de forma regular nos últimos dias, entre 17 e 19
de janeiro, de acordo com a captação de vídeo e testemunhos de cidadãos:
Poluição no rio Tejo na Barca da Amieira
do Tejo
17/01/2026 - https://www.facebook.com/share/r/1GSM75pfs9/
18/01/2026 - https://www.facebook.com/share/v/1AAS73L5nb/
19/01/2026 - https://www.facebook.com/share/r/17gvX9orDo/
Quanto a este novo surto de poluição do
rio Tejo suspeitamos que poderá ter origem em descargas de efluentes localizadas
a montante da Barca da Amieira do Tejo.
Assim, solicitamos a intervenção da
Agência Portuguesa do Ambiente (APA) e da Inspeção-Geral da Agricultura, do
Mar, do Ambiente e do Ordenamento do Território (IGAMAOT) de modo a conter este
novo surto de poluição no rio Tejo, nomeadamente:
1º A realização de
análises regulares da qualidade da água do rio Tejo a montante da Barca da
Amieira do Tejo, incluindo a verificação da existência de fibras de celulose na
água;
2º O destacamento de
equipas de fiscalização com o objetivo de deteção de descargas de efluentes
urbanos e/ou industriais com parâmetros de qualidade que não cumprem os níveis
permitidos nas respetivas licenças;
3º O agendamento de
reunião da Comissão de Acompanhamento sobre Poluição do rio Tejo.
Vamos estar vigilantes e requerer informação
sobre a ação desenvolvida para resolver este novo surto de poluição do rio Tejo
por parte do Ministério do Ambiente e da Energia, da Agência Portuguesa do
Ambiente, da Inspeção-Geral da Agricultura, do Mar, do Ambiente e do
Ordenamento do Território e do Serviço de Proteção da Natureza e do Ambiente.
O Tejo merece melhor!
Bacia do Tejo, 22 de janeiro de 2026
Os Porta-Vozes do
proTEJO,
Ana Silva e Paulo
Constantino
Mais informação: Paulo Constantino - +351919061330
terça-feira, 16 de dezembro de 2025
Organizações Ambientais apelam ao governo para a resolução do problema com meio século de existência
sexta-feira, 14 de novembro de 2025
Apelamos à participação dos cidadãos na consulta pública, no portal Participa e até dia 15 de dezembro de 2025, nos Planos de gestão das ZEC Estuário do Tejo e ZPE Estuário do Tejo
15 de novembro de 2025
Apelamos à participação dos cidadãos na consulta pública, no portal Participa e até dia 15 de dezembro de 2025, no Planos de gestão das ZEC Estuário do Tejo e ZPE Estuário do Tejo.
De acordo com o divulgado no portal Participa para esta consulta pública “A Natura 2000 é uma rede ecológica para o espaço comunitário e tem por objetivo a conservação dos habitats naturais e da fauna e da flora selvagens, integrando as Zonas Especiais de Conservação (ZEC), designadas ao abrigo da Diretiva Habitats (n.º 92/43/CEE).
O Decreto Regulamentar n.º 1/2020, de 16 de março, procedeu à classificação como ZEC dos 62 sítios de importância comunitária do território de Portugal Continental e prevê que as medidas complementares de conservação de habitats e espécies presentes em cada ZEC são definidas em planos de gestão.
Estes identificam os objetivos de conservação, as medidas específicas para os atingir, as formas de operacionalização e o programa de acompanhamento da sua execução.
Os documentos apresentados incluem a proposta de plano de gestão e o relatório técnico e respetivos anexos.
Com o objetivo de promover a sistematização dos contributos, foi elaborada a ficha de participação onde se apresentam três quadros, que deverão ser preenchidos no campo “Comentários e contributos”.
Até ao termo do período de consulta pública todos os interessados, a título individual ou em representação de uma entidade ou pessoa coletiva, podem apresentar observações e sugestões à proposta do plano de gestão”.
Deixamos aqui as principais ligações para Participarem:
Descarregar o Documentos Principais
Proposta de planos de gestão das ZEC Estuário do Tejo e ZPE Estuário do Tejo
quarta-feira, 1 de outubro de 2025
O proTEJO constatou o incumprimento da Convenção de Albufeira, na alteração concretizada em final de 2024, pela ocorrência de dias de caudais zero vindos de Espanha e a manutenção da enorme variabilidade dos caudais diários do rio Tejo durante o ano hidrológico de 2024/2025
Nota de Imprensa
1 de outubro de 2025
“O proTEJO constatou o incumprimento da Convenção de Albufeira, na alteração concretizada em final de 2024, pela ocorrência de dias de caudais zero vindos de Espanha e a manutenção da enorme variabilidade dos caudais diários do rio Tejo durante o ano hidrológico de 2024/2025”
O proTEJO – Movimento pelo Tejo constatou o incumprimento da Convenção de Albufeira, na alteração concretizada em finais de 2024, pela ocorrência de 2 dias de caudais zero vindos de Espanha, pela observação de 3 dias com caudal mínimo diário inferior a 1 hm3 e pela manutenção da enorme variabilidade dos caudais médios diários do rio Tejo, em cerca de 500 m3/s de um dia para o outro, nos meses de verão do ano hidrológico de 2024/2025 que terminou ontem.
Estes caudais zero e a enorme variabilidade de caudais continuarão a acontecer enquanto não for assegurado um regime de caudal ecológico nas massas de água, inclusive, nas massas de água fronteiriças e transfronteiriças, destinado à conservação dos ecossistemas e, ainda, para os usos económicos e das populações ribeirinhas.
O Movimento proTEJO considera ainda que à massa de água da albufeira do Fratel, que recebe as águas da barragem de Cedillo, se aplica a obrigatoriedade de estabelecer um “objetivo caudal ecológico para cada massa de água” como determina a Diretiva Quadro da Água e afirma a Comissão Europeia.
Neste final do ano hidrológico insistimos ainda no questionamento à CE se “vai emitir recomendações com vista à implementação de caudais ecológicos no plano de gestão de bacia hidrográfica do Tejo de Portugal; à semelhança do que fez para Espanha?” e “Quais as recomendações emitidas pela Comissão Europeia na avaliação dos planos de gestão de bacia hidrográfica do Tejo de Portugal de 1º, 2º e 3º ciclo no que respeita “à implementação de caudais ecológicos”, nomeadamente, no que se refere à tomada de “medidas necessárias para assegurar a aplicação efetiva da Diretiva-Quadro da Água”?”.
Esta insistência inclui o requerimento à Comissão Europeia para que responda às seguintes questões:
I. A Comissão Europeia considera que a Agência Portuguesa do Ambiente e a Confederation Hidrografica del Tajo devem proceder à revisão, com carácter de urgência, dos respetivos Planos de Gestão de Região Hidrográfica do Tejo, para o 3º ciclo de planeamento, de modo a integrarem um regime de caudais ecológicos determinados cientificamente na barragem de Cedillo com a coordenação das administrações de Portugal e Espanha, conforme requerido nos pontos 171 e 173 da denúncia?
II. A Comissão Europeia considera que a Agência Portuguesa do Ambiente, a Confederation Hidrografica del Tajo e a concessionária de produção hidroelétrica em Cedillo devem adotar ações de prevenção e de reparação de danos ambientais nos termos da diretiva comunitária e da lei interna de responsabilidade ambiental, em conformidade com os factos expressos nos pontos 47 a 70, os fundamentos apresentados no ponto 170 e o requerido no ponto 173 da denúncia?
Bacia do Tejo, 1 de outubro de 2025
Ana Silva e Paulo Constantino
Os porta vozes do proTEJO
Anexos
Notícias na imprensa sobre a Denúncia à CE
sexta-feira, 19 de setembro de 2025
Movimentos cívicos e ecologistas voltam a denunciar a continuidade da poluição do rio Maior, afluente do rio Tejo, pela agroindústria requerendo a ação da Agência Portuguesa do Ambiente e da IGAMAOT
NOTA DE IMPRENSA
“Movimentos cívicos e ecologistas voltam a denunciar a continuidade da poluição do rio Maior, afluente do rio Tejo, pela agroindústria requerendo a ação da Agência Portuguesa do Ambiente e da IGAMAOT”
19 de setembro de 2025
O Movimento Cívico Ar Puro, a EcoCartaxo – Movimento Alternativo e Ecologista e o Movimento Ecologista do Vale de Santarém, organizações que integram o proTEJO – Movimento pelo Tejo, vêm denunciar novas ocorrências de poluição do rio Maior coincidentes com o início da campanha do tomate, facto que acontece todos anos desde, nada mais nada menos, 1965, e já diversas vezes denunciado.
Desta vez ocorreu uma inovação em que os responsáveis da agroindústria optaram por inovar, quanto às descargas das suas águas residuais para o rio Maior, fazendo-as indiretamente, através do troço de uma vala que não é visível da via pública, localizada em terrenos privados e encoberta por um edifício e por silvados, canas, etc., mas que vai desaguar, cerca de uns 800 metros mais abaixo, ao rio Maior, e este ao rio Tejo.
As organizações supracitadas já no passado tinham alertado, a 29 de agosto de 2023, que na freguesia de S. João da Ribeira, no concelho de Rio Maior, desde que se iniciou a campanha do tomate, se verificam descargas de águas residuais para o leito do rio Maior, eventualmente, sem o tratamento adequado, conforme se depreende do cheiro nauseabundo e da cor vermelha e pastosa, bem visível nos registos realizados nos passados dias de agosto de 2023 em - vídeo (08/08/2023) e em fotografia (14/08/2023)”.
Foto: Ar Puro – Movimento Cívico Ar Puro / rio Maior
14 de agosto de 2023
Considerando-se que o rio Maior quase não tem caudal neste período de seca extrema, estas descargas têm um severo impacto na qualidade da água que corre pelo seu leito sendo que “as licenças de descarga de águas residuais emitidas pela APA-ARH Tejo e Oeste” deveriam impor limitações para que as descargas de efluentes apenas pudessem ser efetuadas após um adequado tratamento que evite uma maior degradação da qualidade das massas de água do rio Maior.
Esta situação ocorre todos os anos, fazendo com que o rio Maior a partir desta freguesia, se transforme num rio morto avermelhado, num esgoto a céu aberto, por mais que “os controlos analíticos dos parâmetros de qualidade, entregues, não provem a existência de não conformidades com os requisitos estipulados por licença”, à imagem da informação que foi remetida pelo IGAMAOT, em 31 de Março de 2016, e que passamos a transcrever: “... no dia 10 de setembro de 2015, a mesma entidade efetuou uma ação de fiscalização à empresa, não tendo sido verificada qualquer situação relacionada com a denúncia.”.
Estes movimentos cívicos consideram que “a realidade objetiva facilmente observável e recorrente por esta altura do ano demonstra que, os acima transcritos controlos analíticos, assim como as ações de fiscalização, não são confiáveis, nem merecedores de credibilidade”, quer por parte dos responsáveis pelas ocorrências quer por parte das instituições a quem compete a vigilância, o oportuno sancionamento e o impedimento da continuidade destes crimes.
Denunciam ainda “os graves danos ecológicos e sociais, associados à laboração contínua, que espalha gases e produz um forte ruído, provocam distúrbios do sono e graves transtornos de saúde aos residentes, sendo indiciadores de incumprimento da legislação em vigor para este sector de atividade.”
Face à continuidade da poluição do rio Maior pela agroindústria, proTEJO – Movimento pelo Tejo, o Movimento Cívico Ar Puro, a EcoCartaxo – Movimento Alternativo e Ecologista e o Movimento Ecologista do Vale de Santarém, vêm requerer o seguinte:
a) Que a Agência Portuguesa do Ambiente e a Inspeção-Geral da Agricultura, do Mar, do Ambiente e do Ordenamento do Território (IGAMAOT) levem a cabo as ações necessárias ao impedimento destas descargas de poluição no rio Maior, bem como à efetiva responsabilização dos agentes poluidores.
b) Que a Agência Portuguesa do Ambiente implemente medidas que permitam que as massas de água do rio Maior alcancem um bom estado ecológico, nomeadamente, que sejam integradas no Programas de Medidas do 3º Plano de Gestão de Região Hidrográfica para 2022/2027, em cumprimento da Diretiva Quadro da Água e das Diretivas Europeias que regulamentam o tratamento das águas residuais e a qualidade da água para os diversos usos, incluindo, os fins aquícolas e piscícolas;
c) Que seja reativada a “Comissão de Acompanhamento sobre a Poluição do rio Tejo”, desativada em 2018, com o objetivo de delinear um “Plano de melhoria da qualidade da água dos afluentes do Tejo”, congregando um trabalho conjunto entre a Agência Portuguesa do Ambiente, a Inspeção-Geral da Agricultura, do Mar, do Ambiente e do Ordenamento do Território (IGAMAOT), os municípios afetados, bem como as organizações não governamentais de ambiente, as organizações representativas da atividade piscatória e as instituições de investigação científica.
Bacia do Tejo, 19 de setembro de 2025
Os Porta-Vozes do proTEJO,
Ana Silva e Paulo Constantino















